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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ateliê Sesc de Cinema


Sucesso garantido de público e de crítica
Ateliê Sesc de Cinema lança os curtas de sua 3ª edição no Linda Mascarenhas 

Diogo Braz

O SESC Alagoas e o Instituto Zumbi dos Palmares desenvolveram uma parceria fértil com o projeto Ateliê Sesc de Cinema. A proposta é muito simples: instigar jovens estudantes da rede pública de ensino a mergulharem na magia da sétima arte, através de oficinas de audiovisual, que abordassem a gramática do audiovisual, a linguagem cinematográfica em si, roteiro, direção, edição e etc. Assim, o cinema, além de poder ser visto como uma opção de carreira, uma paixão, uma expressão artística, pode servir como uma ferramenta pedagógica para mostrar uma nova maneira de enxergar o mundo aos jovens participantes.
As oficinas aconteceram no Espaço Cultural Linda Mascarenhas e foram destaque aqui no Blog (Sétima arte de educar). Nesta quinta será a hora de conferir o que esses jovens produziram durante as oficinas. Muito talento será mostrado, sucesso garantido para o Ateliê Sesc de Cinema, frutos colhidos de uma parceria fértil. 


Cinema na teoria - Foto de Diogo Braz

Cinema na prática - Foto de Diogo Braz

O lançamento dos curtas realizados através da 3a edição do Ateliê SESC de Cinema acontecerá em duas sessões com entrada franca, às 19hs e às 20:30hs, no dia 13 de dezembro de 2012. Fique de olho nesses futuros cineastas!

Serviço

Lançamento dos curtas realizados através da 3a edição do Ateliê SESC de Cinema

Dia 13 de dezembro de 2012
19h - 1a sessão

20h30 - 2a sessão
Local: Teatro Linda Mascarenhas I Av. Fernandes Lima, 1047. Farol. Maceió-AL
Entrada Gratuita
Informações: 3326-3133 ou www.sescalagoas.com.br


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Divulgação: Encontro de Bandas Alagoanas

Criando cenas
Artistas se reúnem no Linda Mascarenhas para debater o mercado de música em Alagoas

Diogo Braz

Do it yourself: A expressão é grafada em inglês e remete ao movimento Punk, mas está sendo apoderada pelos artistas alagoanos numa tentativa de construção de um mercado de música no estado. Acompanhando a maré atual de organização da sociedade civil em busca de novas perspectivas culturais para o local onde vivem (Vide "A Maceió que queremos"), os músicos - estejam eles em bandas ou em carreiras solo -  decidiram arregaçar as mangas para ganhar um lugar ao sol, ou melhor: aos holofotes. O primeiro passo para isso é a reunião aberta que acontece amanhã (terça-feira,11/12/2012), às 19 horas, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas. Entre as pautas para discussão estão organização de um calendário de eventos, ferramentas de divulgação e a construção de uma cadeia produtiva para a música local.


Toda essa movimentação teve início em novembro, durante as atividades do Festival Maionese 2012, organizado pelo Coletivo Popfuzz. Na ocasião, um debate entre a classe artística com o músico goianiense Edimar Filho, da banda de Rock Black Drawing Chalks, deu o gás necessário para se voltar a discutir a movimentação cultural principalmente de Maceió, capital alagoana.
Formou-se um grupo de discussão na Internet, usando o Facebook como plataforma. Nesse grupo surgiram as discussões e demandas que serão discutidas em reunião hoje, a partir das 19 horas, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas. A reunião tem entrada franca e é aberta a quem tiver o interesse em participar.






quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A Maceió que queremos

Encontro debate políticas públicas para a cultura em Maceió
Diogo Braz


Artistas, pensadores, realizadores, agitadores culturais: a sociedade civil se organizando esteve presente no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, em 28 de novembro, para a reunião "A Maceió que queremos". Com o caráter de reunião aberta, o encontro teve participantes de diversos segmentos, mas com um único intuito: formar articulações para compor o cenário do Movimento Social das Culturas, tal qual vem acontecendo em todo o país. Seguindo essa tendência nacional, os atores sociais interessados em agir a favor de uma melhora do panorama artístico-cultural do local onde vivem se reuniram para pensar estratégias para se chegar ao modelo de cidade ideal, pelo menos no setor cultural, debatendo formas de diálogo com o poder público, maior participação da sociedade civil em espaços de construção de políticas públicas, como o Conselho Municipal de Políticas Culturais, além de fazer um breve diagnóstico de problemas enfrentados por artistas, espaços públicos e etc. 

Debate repleto de participação - Foto de Pablo Perez

A reunião conseguiu abarcar representantes da cultura popular (com representantes da Liga dos Bois e da Associação de Folguedos Populares de Alagoas), do Movimento Estudantil, do cineclubismo, música, teatro, literatura e audiovisual.
"A movimentação continua, e o grupo segue se reunindo para consolidar o movimento e aprovar o documento que reunirá as pautas prioritárias. A "Maceió que Queremos" segue em construção", esclarece o texto de cobertura do evento feito pelo Coletivo Popfuzz.

Diversos segmentos em uma só linguagem - Foto de Pablo Perez

Confira a cobertura fotográfica do encontro:http://bit.ly/ShBQwN
Participe do grupo “A Maceió que queremos” do Facebook:http://on.fb.me/ShBUg6

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Arquivo Linda: Marcelo Guimarães

O caminho é para frente
Marcelo Guimarães faz show empolgante no Linda Mascarenhas

Diogo Braz

Dentre as várias funções da música está a celebração. Como diz um velho ditado, quem canta reza duas vezes, e a música, quando instrumento de celebração de uma espiritualidade, carrega em si um tipo de energia contagiante, que consegue dar uma conotação espiritualista a canções seculares. Tudo parece depender da intenção, e a intenção do jovem Marcelo Guimarães, ao subir no palco do Espaço Cultural Linda Mascarenhas, na noite de 10 de novembro, parecia ser justamente esta: celebrar a sua espiritualidade através da música. 

Clima de positividade - Foto de Diogo Braz

Com o show "Não posso mais voltar atrás", Marcelo apontou a bússola de sua intenção musical para desbravar horizontes para cima, positivos; um repertório justamente "pra frente", no dialéto dos músicos de ofício. Membro de movimento cristão da Igreja Católica, Marcelo montou seu set list com hits radiofônicos, canções cristãs e composições próprias. O público, que lotou o Espaço Cultural Linda Mascarenhas, parecia estar envolto nesse clima de positividade e respondeu bem à atuação dos jovens músicos: Uma noite  de verdadeira festa. 


Linda Mascarenhas lotado para celebrar a música - Foto de Diogo Braz
O baixista João Paulo Lamenha comentou sobre esse clima de positividade. "É um trabalho muito legal, que passa uma mensagem boa pro público. Você vê as pessoas com um sorriso no rosto, todo mundo sente o clima do projeto", avalia.
Para a biomédica Juliana Alvarez, que aplaudiu a apresentação, os meninos levaram o clima dos movimentos cristãos para o palco. "Foi um ótimo show, o Marcelo levou pro palco muito do clima de celebração dos encontros do TLC, adorei. Um programa para toda a família", elogia.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Divulgação: A Maceió que queremos

A cultura que queremos
Agentes culturais se reúnem no Linda Mascarenhas para debater planejamento para a capital alagoana

Diogo Braz, com release

Os sonhos ganham mais força na medida em que mudam de plano: do plano das ideias para o papel, do papel para o debate e do debate para a ação. Quando esses desejos são pensados em conjunto, a chance de que virem realidade é bem maior. Pensando nisso, acontecerá amanhã (28 de novembro), às 19 horas, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, um encontro aberto entre agentes culturais e pessoas interessadas em uma cidade com mais cultura. O encontro está sendo organizado por um grupo de pessoas da sociedade civil que tem se agrupado através do Facebook, plataforma gratuita usada pela maioria das pessoas com acesso á Internet hoje em dia. 

Debate sobre o Memorial Teotônio Vilela : semente do movimento - Foto de Vanessa Mota

Todos devem ter em sua cabeça um ideal de cidade, geralmente melhor que a realidade experimentada pela maioria da sociedade. Tirar esse ideal de uma cidade melhor do plano das ideias e tentar pô-lo em prática é um exercício árduo e quase impossível quando feito no singular. A primeira sugestão que você poderá encontrar nos mais variados manuais de auto-gestão, se é que eles existem, é tentar encontrar pessoas na sociedade com ideais semelhantes aos seus e unir forças para que o seu desejo de viver numa cidade, estado ou país melhor não fique largado nas listas de promessas de políticos em época de campanha.
Foi assim que, em 07 de novembro de 2012, um grupo de pessoas se reuniu sobre o memorial Teotônio Vilela, na Pajuçara, para discutir estratégias para o desenvolvimento cultural local. A reunião foi uma atividade proposta pelo Coletivo Popfuzz e aconteceu dentro da programação do Festival Maionese 2012, com direito à presença do convidado Otto Ramos, membro do Conselho de Cultura do estado do Amapá, que veio falar sobre as experiências de debates e ações culturais naquele estado.

Otto Ramos em visita a Maceió para debater cultura - Foto de  Vanessa Mota

O encontro de amanhã, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas é uma extensão natural desse debate e tem como Norte uma ideia simples: reunir os diversos agentes e movimentos culturais e sociais de Maceió para debater as politicas culturais da nossa cidade e encaminhar ações práticas de mudança. 
As pautas do encontro serão diversas e conduzirão ao mesmo fim: um movimento social das culturas conectando os mais diversos grupos e pessoas que possam construir e colaborar para uma cidade mais próxima do que se deseja e planeja! Traga a sua pauta, a sua ideia e - principalmente - a sua disposição!


Serviço:
O que? “A Maceió que queremos!”
Quando? 28/11/2012
Horário: 19hs
Onde? Espaço Linda Mascarenhas (IZP), Av. Fernandes Lima nº 1047 - Farol 
Informações? 9620-1215 [Tim] | 8709-9684 [Oi]

Confirme presença no evento do Facebook:

Acompanhe as discussões no grupo:

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Arquivo Linda: Roberta Aureliano e Ronaldo Aureliano


O Projeto Linda de Música e Artes Visuais apresentará em dezembro a sua última edição de 2012, com o show da banda alagoana Eek e a exposição In-Divi-Duo, do artista plástico Alan Lima. Você lembra da mais recente edição do projeto com a cantora e atriz Roberta Aureliano e com a exposição em homenagem a Ronaldo Aureliano? Confira abaixo tudo o que rolou e se prepare para a próxima edição do projeto.

Talentosos Aurelianos
Edição do Projeto Linda destaca o talento de pai e filha

Diogo Braz

Cientistas e curiosos buscam saber a origem do talento e até elaboram as suas teorias a respeito do assunto. Muitas delas envolvem o campo da genética e evocam a hereditariedade para explicar que a aptidão para desempenhar bem determinadas tarefas é passada entre as gerações que carregam um mesmo DNA. Quem esteve presente no Espaço Linda Mascarenhas em 21 de setembro para acompanhar mais uma edição do Projeto Linda de Música e Artes Visuais ganhou pistas de que esses cientistas estão certos: A cantora e atriz Roberta Aureliano fez um show repleto de influências herdadas de seu pai, o saudoso poeta e escultor Ronaldo Aureliano, que foi homenageado com a exposição “Casa de mestre”, com peças do acervo da família Aureliano. Um espetáculo para encher os olhos e os ouvidos com o talento passado de pai para filha.

Zabumbando - Foto de Diogo Braz

O mestre Ronaldo Aureliano era dono de um estilo autêntico de fazer arte. Ao transformar sucata em peças de arte que retratam a cultura e o cotidiano regional nordestino, Ronaldo conquistou seu lugar no meio artístico alagoano, respeitado pela originalidade com que transformou peças de metal retiradas do lixo em imagens de sua infância e vida no interior do estado. São peças simples, assim como a vida que ele fez questão de imortalizar em suas esculturas, mas peças extremamente representativas da cultura popular alagoana, em especial de Viçosa, município que foi berço do artista. O artista plástico Denis Matos esteve presente, prestigiando as obras de Ronaldo Aureliano. “Essa exposição veio em tempo, porque era necessário mostrar esse acervo do Aureliano, uma pessoa que divulgou muito Alagoas – inclusive em prédios públicos, como a nossa estação ferroviária. São peças fantásticas, em que ele retratou o folclore alagoano através da reciclagem, se destacando como um dos pioneiros da reciclagem artística do ferro”, elogiou. O ator Alderi Souza também elogiou o trabalho de Ronaldo Aureliano. “Eu fiquei encantado com a forma com que ele construía as suas esculturas: trabalhar o ferro, dar esse formato, essa leveza... É um trabalho que realmente me encantou”, revelou. O artista plástico Jerônimo Miranda também fez coro aos elogios à exposição. “A exposição foi uma bela iniciativa. O Ronaldo não merece ser esquecido, pois ele é um grande talento de Alagoas. Além de mestre, ele é um heroi: ele morreu para salvar alunos para quem ele tentava mostrar que a arte tinha valor, que o povo de uma cidade tem de aprender a valorizar e gostar da arte feita na cidade”, analisou Jerônimo.

Figuras do Folclore - Foto de Diogo Braz

Roberta Aureliano também guarda em sua bússola artística uma forte ligação com suas origens. Acompanhada da banda Flor de Maracujá, a cantora literalmente levou o público para dentro do Espaço Linda Mascarenhas embalando sons e sentimentos a respeito de Viçosa e de uma cultura regional alagoana, mais ligada aos folguedos populares. Na apresentação, houve direito a representações do Guerreiro, Pastoril, Bumba-meu-boi e o Sertão alagoano, assim como a zabumba e o xote.

Arrastando a multidão - Foto de Diogo Braz

O timbre da voz de Roberta carrega em si a verdade da cantora, é uma voz bonita, forte, que tem orgulho do seu sotaque e que aproxima o canto das lavadeiras das vozes da MPB; aquela música feita com o propósito de soar assim, tipicamente nordestina. Roberta tinha uma missão de apresentar as suas influências ao público, e fez um bom trabalho. “Eu achei um momento muito especial, de poder expressar todo o meu carinho e dedicação a um trabalho de pesquisa da música popular alagoana: poder mostrar ao público as composições de mestres de nossa cultura, que devem ser cantadas e ouvidas a qualquer momento. Pra mim, foi especial porque muitos ouvidos puderam assimilar essa mensagem”, avaliou. “Eu fiquei surpresa. Achei que o público recebeu bem o trabalho, estava todo mundo prestando atenção ao que estava sendo mostrado. A mensagem foi passada e o público a recebeu bem. Eu fico grata a todos que compareceram. Parabéns ao Espaço Linda, por estar formando essa plateia maravilhosa”, elogiou Roberta. O diretor musical e integrante da banda Flor de Maracujá, Jaques Setton, também ficou satisfeito com a recepção do público. “A recepção foi ótima, maravilhosa. Nós sempre ficamos em busca de um acorde mais lapidado, de uma harmonia mais trabalhada, e o público respondeu a isso muito bem, e pra gente é um motivo de alegria. A música falou, a arte falou”, avalia o violonista.
Sobre a exposição em homenagem ao pai, a cantora revelou estar emocionada. “É difícil de falar, porque aqui está a minha casa, a casa do mestre Ronaldo que é o meu pai, onde você entra e sente a falta do mestre. Ao mesmo tempo em que vem essa alegria imensa dentro de mim, ao saber que a alma do mestre está viva em cada obra aqui exposta, vem também a tristeza de saber da ausência dele como matéria. Mas a emoção é grande e eu agradeço ao IZP pela oportunidade de trazer a memória do meu pai através deste exposição”, agradece.

Emoção - Foto de Diogo Braz

O show foi carregado de emoção. A lembrança e saudade do pai, falecido há três anos, se fazem presente no trabalho de Roberta, deixando a bonita marca do amor que uma filha sente por um pai. Foi uma noite de homenagem a Ronaldo Aureliano, e o público saiu do show com o sentimento de ter sido presenteado pelo talento da família Aureliano. “O show foi muito bom. Essa concepção da música regional com o trabalho do mestre Aureliano foi muito interessante, é um resgate da música alagoana. Nessa geração a gente tem perdido um pouco essa marca da música que retrata a cultura de Alagoas, então foi um show importante, que fez a gente reviver um pouco da história de um grande mestre de Alagoas através da musicalidade. A arte agradece”, elogiou o comerciante Aldo Gomes. Para a musicista Lucy Muritiba, a valorização da cultura regioal também foi um ponto positivo do show. “Eu achei um show maravilhoso. Já conhecia a Roberta, mas nunca tinha assistido um show dela por completo. Gostei muito do contexto que ela traz, dessa questão da valorização regional mesmo e eu acho que combina com ela, com a personalidade dela, e a banda Flor de Maracujá também foi ótima, foi incrível, adorei”, elogiou. O programador musical da Rádio Educativa FM, Givaldo Kleber compareceu e também aplaudiu o talento de Roberta. “Foi um show muito autêntico, ela é muito preparada. Já está pronta para a estrada, já estamos aguardando ansiosamente pelo disco”, avaliou.

Contato com o público - Foto de Diogo Braz

domingo, 25 de novembro de 2012

Projeto Linda de Música e Artes Visuais Eek e Alan Lima


Projeto Linda de Música e Artes Visuais fecha 2012 com Eek e Alan Lima
Assessoria

 O Espaço Cultural Linda Mascarenhas, chega à última edição de 2012 do já tradicional Projeto Linda de Música e Artes Visuais trazendo o show musical de Eek e a abertura da exposição “In-Divi-Duo”, de Alan Lima. Esta edição do projeto tem data marcada para sábado, 01 de dezembro, às 20 horas, com entrada franca.

Eek
Aquela velha história de amigos que se juntam para formar uma banda continua a ser contada com uma simplicidade que afasta os clichês. Com a Eek não é diferente: Formada por Christophe Lima (bateria), Diogo Braz (voz e guitarra), Leo Tarja-preta Almeida (baixo) e Wagner Sampaio (guitarra e voz), a banda é simplesmente um grupo de amigos fazendo a música na qual acredita.

Eek - Foto de Wilma Arruda
A Eek vem mantendo uma agenda frequente de apresentações. Já levou sua música para palcos do Nordeste, participando de eventos importantes do cenário musical independente, como os festivais Grito Rock 2011 (Fora do Eixo), Maionese, Rock Cordel Maceió (BNB), Festival da Canção Independente (BNB), Femusesc (Sesc); e projetos de destaque como o Teatro Deodoro é o Maior Barato (Secult-AL), Palco Aberto, Maceió Viva Cultura (Prefeitura de Maceió), Música em Pauta (Sesc-AL), Noites Fora do Eixo (Fora do Eixo). Além disso, a banda organizou sete edições do festival InTR3Sessões, em parceria com o SESI-AL.

Rock sem rótulos - Foto de Eek na prática

Recentemente, a Eek participou do disco Pelos Trópicos, da cantora paulista Andréia Dias, na faixa A vida é bela. O disco, gravado em diversas cidades do Brasil, contou com a participação de vários artistas independentes e tem lançamento previsto para o início de 2013.
Depois de ter esgotado a tiragem inicial de 1.500 cópias de seu disco de estreia em pouco menos de um ano de vendas em shows, a banda se prepara para gravar seu segundo disco. No show que a Eek apresentará no Projeto Linda de Música e Artes Visuais vai mostrar algumas músicas que devem entrar nesse próximo disco.

 Alan Lima
Alan lima é um artista autodidata e versátil. A paixão pelo desenho fez com que estudasse edificações e desenho técnico. Nesse período de formação profissional, conhece a técnica do airbrushing nas artes plásticas. Com pesquisas e estudos práticos adquiriu a habilidade do grafitti e usou esses elementos para criar o seu estilo para compor suas obras de pintura. Alan não se limita às telas, sua arte ganha mais vida em paredes, fachadas e no ambiente urbano, podendo ser conferidas em diversas paisagens de Maceió.

Alan Lima - Foto de divulgação

Na adolescência, Alan manteve contato permanente com desenhos e referências culturais, envolvendo-se dentro de um contexto de participação de ações, que proporcionaram uma alfabetização cultural a serviço da pintura. Criou o primeiro atellier estúdio arte grafitti de Maceió, que funcionou de 2002 à 2004,  no centro da cidade, e posteriormente no bairro do Pontal da Barra, envolvendo-se com a comunidade que respira arte e que o ajudou a adquirir reconhecimento e experiências.

Alagoas em cores - Foto de divulgação

Além de ter participado de diversas mostras e projetos culturais, Alan também realizou oficinas de desenho e grafitti, em encontros universitários, em capacitações de professores da rede pública de ensino e outros.