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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Palco Aberto - Fernando Marcelo (Divulgação)

A pluralidade de Fernando Marcelo
Cantor faz show no Linda Mascarenhas pelo Projeto Palco Aberto

Diogo Braz, com release

O cantor e compositor Fernando Marcelo talvez seja o artista que mais represente, nesta edição, o estandarte da pluralidade musical levantado pelo Projeto Palco Aberto. E o público poderá conferir todas as cores do seu trabalho nesta quinta (01), no palco do Espaço Cultural Linda Mascarenhas (IZP), a partir das 20 horas. 

Fernando Marcelo - Foto de divulgação

Músico autodidata e dono de estilos variados, Fernando Marcelo compõe e toca suas música desde a adolescência; mas, começou a participar do metiê artístico musical alagoano a partir do IV Femusesc, quando classificou o blues "A Dois", música que já foi interpretada por Júnior Almeida e Fernanda Guimarães.
Participou da primeira edição do projeto Alagoas em Cena, onde classificou "Cavalo Azulado" e também fez parte do projeto "Alagoando" e interage com os demais artistas da cena autoral alagoana em parcerias e participações em shows.

Serviço
Show de Fernando Marcelo Pelo Projeto Palco Aberto
Quinta, 01 de dezembro, às 20 horas (portas abrem às 18 horas, com jam session)
Espaço Cultural Linda Mascarenhas

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Gustavo Gomes - Um bando de Samba

Com Samba... Cem Sambas
Gustavo  Gomes faz show em  homenagem ao samba no Linda Mascarenhas

Diogo Braz

O inquieto Gustavo Gomes, homem da música  e do Teatro, decidiu fazer uma homenagem superlativa ao Samba:  promete lançar 10 discos com cem sambas ainda este ano, para celebrar o centenário do estilo. Isso mesmo: uma centena de Sambas.

Gustavo e uma centena de sambas - Foto de divulgação

Para aproveitar a data, Gustavo  fará um show  esta terça (22) no  Espaço  Cultural  Linda Mascarenhas, a partir das 19:30hs, acompanhado da Banda Inteira, onde presenteará o público com algumas canções do  repertório dos discos: uma seleção especialmente pensada para a ocasião.Vale a pena comparecer nessa festa. Os ingressos custam R$ 5.

Palco Aberto - Júlio Uçá (Divulgação)

Acordes de Uçá
Júlio Uçá faz show no Linda Mascarenhas

Diogo Braz, com release

O cantor e compositor Júlio Uçá é daqueles artistas que guardam estreita relação de identidade com a sua terra, inclusive no nome, um nome destacado no cenário local, com presença marcante em festivais e em casas de show da capital alagoana. Para apresentar o seu mais recente show, Cabelo de mola, ao público, Júlio irá se apresentar nesta quinta no Espaço Cultural Linda Mascarenhas (IZP), pelo projeto Palco Aberto.

Júlio Uçá - Foto de divulgação

Não é por acaso que o show recebe esse nome, afinal, “Cabelo de mola” foi a principal canção que levou o nome do artista ao reconhecimento local e até em outros estados como Pernambuco, São Paulo e Paraná. Esse também é o nome do primeiro disco do cantor e compositor, que reúne canções de momentos distintos, a exemplo da canção “Descolorar”, finalista do concurso “NOVO COMPOSITOR”, realizado pela produção da cantora Preta Gil, e de “carnaval de rua”, canção escolhida pra representar o estado de Pernambuco num disco internacional produzido pelo selo inglês “ARC MUSIC”.
O show revela-se recheado de vertentes. Por ser compositor, Julio não se prende a nenhum estilo em especial,apresentando canções que vão do rock ao xote, do coco ao funk, com uma performance bem melodiosa, proporcionada pelo timbre suave da voz do cantor, ao lado de Tony Augusto (guitarra e violões), Allysson Paz (bateria) e Anderson Almeida (contrabaixo).

Júlio Uçá e suas melodias de mola - Foto de divulgação


Serviço 
Júlio Uçá no Projeto Palco Aberto
Quinta, 24 de novembro, às 20 horas (portas abrem às 18 horas, com Jam de músicos alagoanos)
Espaço Cultural Linda Mascarenhas



segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Oficina de teatro com Carlos Alberto Barros

O primeiro espetáculo a gente nunca esquece
Oficina de Teatro ministrada no Linda Mascarenhas revela novos talentos

Diogo Braz

O ato de encenar pode ser encarado como uma brincadeira, uma forma de construir realidades, de transmitir mensagens, de fazer arte ou apenas uma profissão, como qualquer outra. Independente da maneira que você decida encará-lo, o Teatro vem sendo, há séculos, uma encantadora atividade do ser humano, capaz de mobilizar plateias e, principalmente, novos atores, que se espelham em atores mais experientes no ofício, para descobrirem o seu talento, ainda latente.

Carlos Alberto Barros e os estudantes - Foto de Diogo Braz
Quando iniciou a sua oficina de teatro no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, há mais de quatro anos, o ator alagoano Carlos Alberto Barros, despretensiosamente, pensava apenas em utilizar a arte como ferramenta pedagógica, para que os alunos da rede pública de ensino pudessem despertar para uma melhor convivência, uma melhor compreensão de si mesmos e de seu papel na sociedade. Descobriu o talento de alguns jovens para a dramaturgia, pessoas com sensibilidade artística e que souberam aproveitar o teatro como uma ferramenta de expressão.


Talentos atentos - Foto de Diogo Braz

Desde o início, Carlos Alberto, que é da Ozinformais Cia Artística, vem ensinando técnicas de interpretação, de expressão corporal, desbravando a obra de escritores alagoanos e incentivando que esses jovens descubram textos literários com os quais se identifiquem, mas principalmente trabalhando coletivamente temas da realidade desses estudantes e com eles montando espetáculos que entram em temporada e se apresentam com êxito para o público.


Teatro como ferramenta pedagógica - Foto de Diogo Braz

As aulas são gratuitas e têm como público-alvo os estudantes da Rede Pública de Ensino. Elas acontecem no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, sempre coincidindo com o período de aulas dos estudantes. Desde o ano passado, o grupo de alunos da oficina vem encenando a peça "A primeira vez a gente nunca esquece", cujo texto foi construído em conjunto, por professor e alunos, trazendo questões do dia a dia dos próprios alunos. Agora, preparam-se para uma nova temporada de apresentações, que deve acontecer em janeiro de 2017: vale a pena aguardar.

Exposição "Lélia Gonzalez - O feminismo negro no palco da história"

Feminismo negro no palco da História
Exposição no Espaço Linda Mascarenhas homenageia Lélia Gonzalez

Diogo Braz, com release

Não se engane com o jeito manso do seu povo, Alagoas sempre foi símbolo de resistência. Basta lembrar que aqui se ergueu o Quilombo dos Palmares. Por isso, é tão emblemático o mês de novembro, ainda tão necessário para a consciência de nossa sociedade sobre as questões do movimento negro no Brasil, para a importância de continuar resistindo. Então, nada mais propício que trazer uma exposição sobre uma protagonista do feminismo negro para o aparelho cultural do instituto batizado com o nome de Zumbi dos Palmares. Pensando nisso, a Supervisão das Diversidades da Superintendência de Políticas Educacionais da Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc-AL), em parceria com o Instituto Zumbi dos Palmares (IZP), o Instituto Federal Alagoas (IFAL) e a Fundação Banco do Brasil realizará, de 16 a 30 de novembro a exposição "Lélia Gonzalez - O feminismo negro no palco da história", com 20 réplicas da exposição Lélia Gonzalez, que ocupará o  hall do Espaço Cultural Linda Mascarenhas, com visitação gratuita, em horário comercial.
No dia da abertura, haverá uma programação especial, que contará com solenidade de abertura, às 9 horas; exibição do documentário "Lélia Gonzalez - O feminismo negro no palco da história", às 10 horas; e roda de conversa com a psicóloga Vanda Menezes, com a professora Maria de Fátima Viana e com a advogada Alyhia Gomes, às 11 horas. Vale a pena prestigiar o evento.



Homenagem a Lélia Gonzalez
A historiadora, antropóloga e filósofa, Lélia Gonzalez, será  homenageada com a edição do Projeto Memória da Fundação Banco do Brasil. Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU). Como ativista, foi uma das pioneiras do feminismo negro no Brasil e trabalhou para a análise dos preconceitos contra mulheres negras e as desvantagens delas na sociedade
Na avaliação do presidente da fundação, José Caetano de Andrade Minchillo, a escolha de Lélia para esta edição é uma contribuição para a reflexão sobre o momento da mulher, principalmente da mulher negra na questão da igualdade racial, de gêneros e de oportunidades. “Lélia Gonzalez foi um ícone nesse sentido. Ela foi uma ativista, uma historiadora, uma escritora, mas, fundamentalmente, uma pessoa de muita coragem, que enfrentou, em um momento muito diferente deste nosso atual, de forma muito enfática, aquilo que ela acreditava”, ressaltou.

Professora Irani Neves, professor Zezito de Araújo e o músico Junior Almeida
acertando os detalhes da exposição - Foto de Diogo Braz


Lélia Gonzalez é a segunda mulher em destaque no Projeto Memória, criado em 1977, para preservar a memória cultural brasileira. Desde lá, foram homenageados Castro Alves, Monteiro Lobato, Rui Barbosa, Juscelino Kubitschek, Oswaldo Cruz, Josué de Castro, Paulo Freire, Nísia Floresta, João Cândido (líder da Revolta da Chibata), Marechal Rondon e Carlos Drummond de Andrade.

Serviço
Abertura da exposição "Lélia Gonzalez - O feminismo negro no palco da história"
Exibição de documentário sobre Lélia Gonzalez e roda de conversa com a psicóloga Vanda Menezes, com a professora Maria de Fátima Viana e com a advogada Alyhia Gomes.
Quarta, 16 de novembro, a partir das 9 horas, 
Local: Espaço Cultural Linda Mascarenhas (IZP), na Avenida Fernandes Lima, Farol. Maceió-AL
A exposição ficará em cartaz de 16 a 30 de novembro, com visitação gratuita em horário comercial.


Palco Aberto - Kel Monalisa (Divulgação)

O jeito de Kel
Kel Monalisa faz show no Linda Mascarenhas pelo Palco Aberto

Diogo Braz, com release

Kel Monalisa é conhecida pelo seu jeito carismático no palco, elemento fundamental para um artista conquistar e manter seu público, que poderá conferir o mais novo show da cantora, "Do meu jeito", esta quinta, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas (IZP), pelo Projeto Palco Aberto, às 20 horas. 
Intérprete exuberante de grandes nomes da MPB, a cantora alagoana Kel Monalisa lançou, em Outubro de 2015, seu primeiro disco autoral. Depois disso, vem buscando divulgar seu mais novo trabalho, com a intenção de  emocionar seu  público e atrair novos fãs, através de suas músicas e interpretações.
Kel em ação - Foto de divulgação

A cantora explica sua ligação com a música: “Do Meu Jeito’ não é só o nome do cd, é o meu modo de apresentar ao mundo, em formato de música, o que vivi nesses oito anos de carreira”, conta Kel, enquanto relembra o início em festas infantis, na faculdade e em diversos bares, bem como a decisão de viver de música e desbravar os palcos alagoanos com vocação e coragem: “Sempre gostei de gente e a música foi o caminho que escolhi para estar sempre perto das pessoas”. O show é, então, uma espécie de convite interessante para conhecer o jeito da artista Kel Monalisa. 

Serviço
Show de Kel Monalisa pelo Projeto Palco Aberto
Quinta, 17 de novembro, às 20 horas (portas abrem às 18 horas, com jam de músicos alagoanos)
Espaço Cultural Linda Mascarenhas

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Palco Aberto - Messias Elétrico

Fieis ao Rock
Messias Elétrico converte público ao seu Rock setentista

Diogo Braz

Depois de uma década de experimentos lisérgicos transcendentais, o Rock n' Roll dos anos de 1970 parecia ter se perdido pelas portas de percepção e adentrado num universo marginalizado, obscuro para o mercado. Perdeu terreno para a discoteca e outros gêneros, mas continuou de pé, ileso em seu espaço, com um séquito fiel de ouvintes. E aos fãs do estilo, temos uma boa notícia: a banda alagoana Messias Elétrico encarna a receita do rock setentista com todos os seus ingredientes, prezando por timbres, arranjos, riffs e letras, que fizeram o público presente ao show do quinteto na última quinta (10) pelo projeto Palco Aberto, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas (IZP), praticamente viajarem no tempo.

Rock de guitarra marcante - Foto de Diogo Braz
A turma tem experiência, moldada por anos de performances nos palcos undergrounds, com a Messias Elétrico e outras bandas do mesmo filão. Lillian Lessa (vocais) e Pedro Ivo Salvador (guitarra e voz), também tocam no trio Necro. Leonardo Luiz (teclado e voz) e Alessandro Aru (baixo) já integraram a Mopho. Fernando Coelho (bateria) é um jornalista cultural que reuniu muita informação musical em seu repertório. Essa união não poderia ter resultado diferente de um som bem trabalhado, religiosamente fiel ao Rock que fez do selo independente Baratos Afins uma lenda no mercado fonográfico nacional. Não à toa, o Messias Elétrico faz parte do cast do guru descobridor de pérolas roqueiras Luiz Calanca, tendo lançado dois discos pelo selo.

Messias elétrico em viagem no tempo - Foto de Diogo Braz
Eles fizeram o show que se esperava deles: Rock direto, solos de guitarra, arranjos coesos e entrosados... sem firula, sem perda de tempo, na urgência típica da época que emulam: só se vive uma vez e o bom e velho Rock n' Roll sempre merecerá ser ouvido em seus dias de ouro.

Rock em dias de ouro - Foto de Diogo Braz